férias 2006 II
uma semana dormindo três, quatro horas por dia. tô já parindo um tyler durden.
por que fico todo dia pesquisando coisas compulsivamente. é a doença.
existem pessoas que gostam de planejar viagens, montar roteiros, ler sobre os lugares antes de visitar. bom.
e tem a doença. a pessoa precisa saber tudo de tudo, roteiros turísticos e não turísticos, café, restaurante, cinema, livraria, clima, banco de praça, preço do táxi e da banana. separa uns seis lugares possíveis pra ficar (muda de opinião todo dia) e 25 restaurantes pra ir em uma semana. especialidade arrentinas, vódegas do olsen, o peruano, o vietnamita, o italiano. as feiras, os mercados. tangos e milongas. e as opções só aumentam a cada dia com as horas de sono perdidas. e com as dicas de eti e marcelo, de analu, de maitena, de laura, da gula.
e cismei de ler todo o Borges (que falta muuuito) e o Cortázar e reler mafaldinha, o que não tem nenhuma aplicação prática a princípio, é só a doença. e jornais e revistas argentinos e aprender espanhol, sabendo que não precisa. tudo isso em um mês apenas.
medo de perder alguma coisa realmente importante, necessidade de aproveitar tudo, doença. não que eu não seja capaz de simplesmente flanar um dia inteiro, totalmente entregue ao acaso. (ou quase isso. uma semi-flanagem orientada)
ou de passar um dia inteiro só dormindo. eita, mentira :)
argentinos que ajudam brasileiros. hummm, será?
pouco conforto, muito linda
acho que vou ficar aqui
ou aqui
ótimo, dá pra alugar um quarto (B&B) por U$ 1oo, 00 a semana
coisas pra fazer
dicas
+ dicas
outras dicas
freire's
guia ótimo
eu quero
e quero
seu manuel
mapa
conversor de moedas
o jornal
http://uol.com.ar/
por que fico todo dia pesquisando coisas compulsivamente. é a doença.
existem pessoas que gostam de planejar viagens, montar roteiros, ler sobre os lugares antes de visitar. bom.
e tem a doença. a pessoa precisa saber tudo de tudo, roteiros turísticos e não turísticos, café, restaurante, cinema, livraria, clima, banco de praça, preço do táxi e da banana. separa uns seis lugares possíveis pra ficar (muda de opinião todo dia) e 25 restaurantes pra ir em uma semana. especialidade arrentinas, vódegas do olsen, o peruano, o vietnamita, o italiano. as feiras, os mercados. tangos e milongas. e as opções só aumentam a cada dia com as horas de sono perdidas. e com as dicas de eti e marcelo, de analu, de maitena, de laura, da gula.
e cismei de ler todo o Borges (que falta muuuito) e o Cortázar e reler mafaldinha, o que não tem nenhuma aplicação prática a princípio, é só a doença. e jornais e revistas argentinos e aprender espanhol, sabendo que não precisa. tudo isso em um mês apenas.
medo de perder alguma coisa realmente importante, necessidade de aproveitar tudo, doença. não que eu não seja capaz de simplesmente flanar um dia inteiro, totalmente entregue ao acaso. (ou quase isso. uma semi-flanagem orientada)
ou de passar um dia inteiro só dormindo. eita, mentira :)
argentinos que ajudam brasileiros. hummm, será?
pouco conforto, muito linda
acho que vou ficar aqui
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